Conheça os nomes que se encontram na Bíblia e saiba seus significados:
Aarão – arca
Abdão – servo de Deus
Abdom – variante de Abdão
Abdias – servo do Senhor
Abel – filho
Abesam – o veloz
Abião – Deus é pai
Abiatar – Deus da abundância
Abigail – de significado incerto, talvez fonte de alegria
Abinadabe – meu pai é generoso
Abirão – Deus é excelso
Abiú – Deus é pai
Abner – Deus é luz
Abrãao – pai de muitos povos
Açucena – variante de Suzana
Ada – ornamento
Adão – o homem
Adonai – Senhor
Adonias – Javé é o Senhor
Adoniram – Deus é exaltado
Adoniseque – o Senhor é justo
Airão – meu irmão (Deus) é eterno
Aminadabe – o Senhor mostrou-se generoso
Ana – cheia de graça
Ananias – o Senhor tem sido misericordioso
André – forte, viril
Andrônico – vencedor dos homens
Ariel – leão de Deus
Asael – nome derivado de Asá, que significa Deus fez
Atalia – o Senhor mostrou-se sublime
Baltasar – proteja o rei
Barnabé – filho da consolação
Barrabás – nascido em sábado
Bartolomeu – filho de Tolmai ou Talmai, um dos 12 apóstolos
Baruque – Deus seja bendito
Berenice – que leva à vitória
Betânia – casa do pobre
Betina – diminutivo de Isabel
Boanerges – filhos da tempestade
Caim – de significado incerto, talvez ferreiro
Caio – feliz, alegre
Carmela – jardim
Carmelina – diminutivo de Carmela
Cloé – folhagem viçosa
Dalila – de significado incerto, talvez mulher dócil
Daniel – Deus é meu juiz
Davi – de significado incerto, talvez chefe ou amado
Débora – abelha
Demétrio – consagrado à deusa Terra-Mãe
Dina, Diná ou Dinah – a julgada
Dionísio – filho de Zeus
Edissa – nome judaico de Ester
Eliaquim – que Deus estabeleça
Elias – Javé é Deus
Eliezer – Deus é auxílio
Elisa – nome dado a Chipre, ilha no Mar Mediterrâneo
Elisabete – Deus é plenitude ou consagrada a Deus
Eliseu – Deus ajudou
Enéias – herói da lenda
Erasto – o amado
Ester – estrela
Estevão – talvez forma reduzida de Filostéfano, que gosta de poder
Eunice – a vitoriosa
Eva – dar vida ou mãe de todos os vivos
Ezequias – Deus é minha força
Ezequiel – Deus fortalece
Filipe – amador de cavalos
Gabriel – enviado de Deus
Gérson – estrangeiro, peregrino
Hosana – ajudai por favor
Isabel – outra forma do nome Elisabete
Isaías – Deus é a salvação
Isaque – a divindade riu
Ismael – Deus ouve
Israel – o que governa com Deus
Itamar – de significado incerto, talvez oásis
Jane – forma feminina de João
Janina – variante de Jane
Jéssica – cheia de riqueza
Jair – o iluminado por Deus
Jairo – o mesmo que Jair
Javé – o nome de Deus, na Bíblia hebraica
Jeová – pronúncia errada do nome Javé
Jeremias – Deus é sublime
Jessé – homem de Deus
Joana – forma feminina de João
João – Deus é gracioso
Joaquim – elevado de Deus
Joel – Javé é Deus
Jonas – pomba
José – aquele que acrescenta
Josias – Deus traz a salvação
Josué – Deus é a salvação
Judite – louvada
Laís – nome de antiga cidade junto ao Jordão
Lázaro – Deus é meu auxílio
Lia – novilha, vitela
Lídia – nome de antiga cidade da Ásia Menor
Lino – linho
Lisânias – aquele que livra de preocupações
Lucas – luz
Mara – amargo
Marcos – servo de Marte
Maria – soberana, senhora ou amada por Javé
Mateus – presente de Deus
Messias – o ungido
Micael – o mesmo que Miguel
Miguel – quem é como Deus?
Micaela – feminino de Miguel
Moisés – salvo das águas
Natanael – dádiva de Deus
Nicolau – aquele que vence com o povo
Noé – descanso
Noemi – minha amenidade
Noêmia – flor de beleza
Oséias – Deus salva
Paulo – de baixa estatura
Pedro – pedra, rocha
Pilatos – armado de lança
Rafael – Deus curou
Raquel – ovelha
Rebeca – a que liga, a que une
Rubem, Rubens – Vês um filho de Deus?
Rufo – o ruivo
Rute – plena de beleza
Safira – pedra preciosa
Salomão – prosperidade ou o pacífico
Salomé – sã e salva ou paz
Samuel – de significado incerto talvez ouvido por Deus
Sansão – igual ao sol
Sara – soberana
Saul – o implorado
Silas – forma grega do hebraico Saul
Simone – ouvinte
Sulamita – a perfeita
Suzana – lírio gracioso
Tadeu – o corajoso
Tamar – tamareira
Teófilo – amado por Deus
Tércio – o terceiro
Timão – o honrado
Timóteo – que honra a Deus
Tobias – Deus é bondoso
Uriel – Deus é luz
Zacarias – lembrado de Deus
Zaqueu – o puro
Temos agora a lista com os nomes bíblicos femininos. Acrescentamos também alguns que não estão na bíblia, mas são adaptações de nomes bíblicos masculinos (ex. Gabriela, que vem de Gabriel, Micaela, que vem de Miguel, etc). Assim como no caso dos nomes bíblicos para meninos, a maioria dos nomes nessa lista são raramente usados no Brasil, enquanto alguns têm sido extremamente populares por séculos, como Maria e Ana.
A
AVA, hebraico: "água"
ABDA, aramaico: "serva de Jeová"
ABIATAR, hebraico: "pai da abundância"
ABIDA, hebraico: "pai de ciência"
ABIGAIL, hebraico: "alegria do pai"
ABILENE, grego: "planície"
ACAIA, grego: antiga Grécia
ACÉLDAMA, latim: "campo de sangue"
ACSA, hebraico: "tornozeleira"
ADA, hebraico: "beleza"
ADÁLIA, hebraico: "Jeová é justo"
ADAR, 12º mês do ano judaico (fevereiro/março)
ADINA, hebraico: "delicado"
ADNA, hebraico: "prazer"
ADRIELA (ADRIEL), hebraico: "rebanho de Deus"
AGAR, hebraico: "fuga"
AIJA, hebraico: "irmã de Jeová"
ALEXANDRA (ALEXANDRE), grego: "auxiliar dos homens"
ALFA, 1ª letra do alfabeto grego
ALVA, hebraico: "alta"
AMIELA (AMIEL), hebraico: "povo de Deus"
ANA, hebraico: "cheia de graça"
ANATE, hebraico: "resposta"
APOLÔNIA, grego: "cidade de Apolo"
ÁQUILA, latim: "águia"
ARETA, grego: "virtude"
ARIEL, ARIELA, hebraico: "leão de Deus"
ÁRTEMAS, grego: "presente de Artêmis"
ARTÊMIS, grego: "segura"
ATALÍA, hebraico: "Jeová aflige"
ATÁLIA, hebraico: "que pertence a Atalo"
ATARA, hebraico: "coroa, diadema"
B
BELÉM, hebraico: "casa de pão"
BERENICE, grego: "vitoriosa"
BETÂNIA, hebraico: "casa de tâmaras"
BETSAIDA, hebraico: "casa de pesca"
BEULA, hebraico: "casada"
BILGA, hebraico: "regozijo"
BUNA, hebraico: "prudência"
C
CADMIELA (CADMIEL), hebraico: "Deus é desde todo o princípio"
CANAÃ, hebraico: "baixo, plano"
CANDACE, CANDICE, etíope: "rainha mãe"
CARMELA (CARMELO), hebraico: "jardim de Deus"
CARMI, hebraico: "vinhedo"
CEFIRA, hebraico: "vila"
CLEMENTE, latim: "bondosa"
CLOÉ, grego: "verde"
CLÁUDIA, latim: "coxa"
CORNÉLIA (CORNÉLIO), latim: "que tem chifres"
D
DADESETE, hebraico: "corcova de camelo"
DALILA, hebraico: "delicada"
DAMARIS, grego: "bezerra"
DANÁ, hebraico: "terra baixa"
DANIELA (DANIEL), hebraico: "Deus é meu Juiz"
DARDA, hebraico: "pérola da sabedoria"
DÉBORA, hebraico: "abelha"
DIANA, latim: "divina"
DICLA, hebraico: "palmeira"
DÍDIMA (DÍDIMO), grego: "gêmea"
DINÁ, hebraico: "julgada"
DODAVA, hebraico: "amada por Jeová"
DORCAS, hebraico: "gazela"
DRUSSILA, latim: "forte"
DUMÁ, hebraico: "silêncio"
E
EDNA, hebraico: "prazer"
ELÁ, hebraico: "carvalho"
ELANA, hebraico: "Deus é clemente"
ELASA, hebraico: "Deus fez"
ELCANA, hebraico: "possessão de Deus"
ELDA, hebraico: "Deus chamou"
ELDADE, hebraico: "Deus ama"
ELI, hebraico: "meu Deus"
ELIABA, hebraico: "Deus escondeu"
ELIABE, hebraico: "Deus é pai"
ELIADA, hebraico: "Deus conhece"
ELISABETE, ELISA, hebraico: "consagrada a Deus"
ELISEBA, hebraico: Deus da promessa
EMANUELA (EMANUEL), hebraico: "Deus conosco"
ESMIRNA, latim: "mirra"
ESTÉFANAS, grego: "coroada"
ESTEMOA, hebraico: "obediência"
ESTER, hebraico: "estrela"
EUNICE, grego: "vitória gloriosa"
EVA, hebraico: "vida"
EVANGELINA, EVANGELISTA, grego: "mensageira de boas novas"
EVÓDIA, grego: "viagem próspera"
F
FEBE, grego: "puro, brilhante"
FENÍCIA, grego: "terra das tamareiras"
FILADÉLFIA, grego: "amor fraternal"
FILIPA (FILIPE), grego: "amadora de cavalos"
G
GÁBATA, hebraico: "pavimento"
GABRIELA (GABRIEL), hebraico: "homem de Deus"
GADIELA (GADIEL), hebraico: "Deus é a minha fortuna"
GALILÉIA, hebraico: "circuito"
GAZA, hebraico: "forte"
GETSÊMANI, grego: "lugar de azeite"
GIA, hebraico: "fonte"
GOMER, hebraico: "completa"
H
HADASSAH, hebraico: "murta"
HADLAI, hebraico: "descanso"
HAGAR, hebraico: "fuga"
HANNA, hebraico: "cheia de graça"
HANIELA (HANIEL), hebraico: "graça de Deus"
HAZAELA (HAZAEL), hebraico: "Deus vê"
HAVILA, hebraico: "arenoso"
HELA, hebraico: "escuma"
HELDA, hebraico: "fortuna"
HELDAI, hebraico: "sonho durável"
HELEFE, hebraico: "permuta"
HELÉM, hebraico: "força"
HELI, hebraico: "meu Deus"
HOSANA, hebraico: "livre-nos"
HULDA, hebraico: "doninha"
I
ILAI, hebraico: "suprema"
IMMA, hebraico: "felicidade"
INLÁ, hebraico: "teimosa"
IRA, hebraico: "vigilante"
ISABEL, hebraico: "consagrada a Deus"
ISMAIA, hebraico: "Jeová ouve"
ITAMARA (ITAMAR), hebraico: "terra de palmeiras"
ITIELE (ITIEL), hebraico: "Deus está comigo"
ITLA, hebraico: "lugar alto"
ITMA, hebraico: "privação"
IVA, hebraico: um dos distritos de Babilônia
J
JADA, hebraico: "sábia"
JAEL, JAELA, hebraico: "cabra montanhesa"
JANOA, hebraico: "descanso"
JAQUE, hebraico: "piedosa"
JEMIMA, hebraico: "pomba"
JERIAS, hebraico: "Jeová vê"
JERUSA, hebraico: "possessão"
JESANA, hebraico: "antiga"
JESARELA, hebraico: "íntegra"
JEZABEL, hebraico: "casta"
JOANA, hebraico: "Deus é gracioso"
JOELA (JOEL), hebraico: "ajuda"
JORA, hebraico: "a primeira chuva"
JORDANA (JORDÃO), hebraico: "a que desce"
JOSEFA, JOSEFINA (JOSÉ), hebraico: "Deus acrescenta"
JUDÁ, hebraico: "louvor"
JUDITE, hebraico: "proveniente da Judéia"
JÚLIA, latim: "cheia de juventude"
JÚNIA, latim: "juventude"
JUSTA (JUSTO), latim: "reta"
L
LADA, hebraico: "ordem"
LAÍS, hebraico: "leão"
LASA, hebraico: "fenda"
LEBANA, hebraico: "branca"
LECA, hebraico: "jornada"
LEVINA (LEVI), hebraico: "associada"
LIA, hebraico: "olhos cansados"
LIBNA, hebraico: "alvura"
LICAÔNIA, grego, cidade da Ásia Menor
LÍDIA, grego: "proveniente da Lídia, região da Ásia Menor"
LOIDE, hebraico: "melhor"
M
MADALENA, MAGDALENA, MAGDALA, hebraico: "torre"
MARA, hebraico: "amarga"
MARESSA, hebraico: "à frente"
MARIA, hebraico: "senhora" ou "mar de amargura"
MARTA, hebraico: "senhora"
MEARA, hebraico: "caverna"
MEÍDA, hebraico: "união"
MERABE, hebraico: "abundante"
MICA, hebraico: "quem é?"
MICAELA (MIGUEL), hebraico: "quem é como Deus?"
MILCA, hebraico: "conselho"
MIRIÃ, MIRIAM, hebraico: "senhora" ou "mar de amargura"
MIRMA, hebraico: "engano"
MISÃ, hebraico: "prontidão"
MISAELA (MISAEL), hebraico: "quem é como Deus?"
MISMA, hebraico: "audição"
MISMANA, hebraico: "gordura"
MISPA, hebraico: "torre de vigia"
MIZÁ, hebraico: "temor"
MORIÁ, hebraico: "vista por Deus"
N
NAAMÁ, hebraico: "doce"
NAAMÃ, hebraico: "agradável"
NAZARÉ, hebraico: "verdejante"
NICANORA (NOCANOR), grego: "conquistadora"
NICOLE (NICOLAU), hebraico: "vitória do povo"
NOA, hebraico: "movimento"
NOEMA, hebraico: "agradável"
NOEMI, hebraico: "agradável"
O
ÔNIX, grego: pedra preciosa
ORPA, hebraico: "pescoço"
P
PAULA (PAULO), latim: "pequena"
PETRA (PEDRO), grego: "rocha"
PÉRSIS, grego: "proveniente da Pérsia"
PRISCA, latim: "antiga"
PRISCILA, hebraico: "antiga"
Q
QUETURA, hebraico: "incenso"
QUÉZIA, hebraico: "cássia"
R
RAFAELA (RAFAEL), hebraico: "Deus cura"
RAMÁ, hebraico: "lugar alto"
RAQUEL, hebraico: "ovelha"
REBA, hebraico: "a quarta parte"
REBECA, hebraico: "aquela que une com um laço"
RÍZIA, hebraico: "deleite"
RODE, hebraico: "rosa"
ROMA, latim: "força"
RUTE, hebraico: "amiga"
S
SAFIRA, hebraico: "formosa"
SALISA, hebraico: "a terça parte"
SALOMÉ, hebraico: "paz"
SAMARIA, hebraico: "torre de vigia"
SAMILÁ, hebraico: "vestimenta"
SAMUA, hebraico: "fama"
SARA, hebraico: "princesa"
SARAFE, hebraico: "ardente"
SARAI, hebraico: "contenciosa"
SAROM, hebraico: "planície"
SELÁ, hebraico: "elevação"
SELOMITE, hebraico: "pacífica"
SERA, hebraico: "abundância"
SEVA, hebraico: "vaidade"
SILA, hebraico: "cesto"
SILOÉ, hebraico: "tranquila"
SILSA, hebraico: "trio"
SIMÉIA, hebraico: "afamada"
SIRÁ, hebraico: "efervescência"
SULAMITA, hebraico: "paz"
SUNI, hebraico: "calmo"
SUSANA, hebraico: "lírio"
T
TÁBATA, TÁBITA, aramaico: "gazela"
TALITA, aramaico: "menina"
TAMAR, hebraico: "palmeira"
TARALA, hebraico: "cambalear"
TEÓFILA (TEÓFILO), grego: "amiga de Deus"
TESSÁLIA, região da Grécia
TIRZA, hebraico: "favorável"
TRIFENA, grego: "delicadeza"
TRIFOSA, grego: "delicadeza"
U
ULA, hebraico: "jugo"
V
VASTI, persa: "a mais excelente, a mais bela"
VITÓRIA, latim: "vitória"
Z
ZAIRA (ZAIR), hebraico: "pequena"
ZAQUEL, grego: "pura"
ZEBIDA, hebraico: "dotada"
ZEBINA, hebraico: "adquirida"
ZELA, hebraico: "riba"
ZEMIRA, hebraico: "melodia"
ZERAÍAS, hebraico: "o Senhor ressuscitou"
ZEREDA, hebraico: "refrigério"
ZIA, hebraico: "temor"
ZÍBIA, hebraico: "gazela"
ZILÁ, hebraico: "sombra"
ZILPA, hebraico: "fragilidade"
ZÍPORA, hebraico: "passarinho"
ZORA, hebraico: "lugar de vespões"
80 RAZÕES POR QUE O CRENTE NÃO PODE PERDER A SALVAÇÃO
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01. Gênesis 7:16 - Sendo a arca um tipo de Cristo (IPe.3:20,21; Rm.3:6:4), o crente está seguro nele (Cl.3:3; Ap.3:7).
02. Efésios 4:30 - O crente está selado no Espirito Santo (Ef.1:13; IITm.2:19), e este selo é inviolável e irrevogável (Es.8:8; Dn.6:12).
03. II Coríntios 1:22 - O crente tem o penhor do Espirito Santo como garantia segura e inabalável
(IICo.5:5).
04. Gálatas 3:15 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão (Gl.3:29), uma aliança irrevogável.
05. I Coríntios 11:25 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança incondicional, selada com sangue (Jr.34:18, 19; Gn.15:12-21), e não com sapato (Rt.4:7,8) ou com sal (Nm.18:19; Lv.2:13).
06. Gênesis 15:12 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança unilateral (o rompimento da aliança só seria possível se Deus morresse).
07. Jeremias 31:31-33 - Mediante a nova aliança (com sangue), o temor do Senhor é insuflado no coração do crente (Jr.32:39,40) para que não se aparte de Deus (Hb.3:12;8:8-13; Ez.36:26,27).
08. Salmos 12:7 - O crente é guardado por Deus, do mal que há no mundo.
09. Salmos 17:8 - O crente é guardado por Deus como a menina dos Seus olhos.
10. Salmos 25:20 - A alma do crente é guardado por Deus (Sl.97:10).
11. Salmos 37:28 - O crente é preservado para sempre.
12. Salmos 12l:5-8 - O Senhor guarda o crente; guarda a sua alma de todo o mal; guarda a sua saída; guarda a sua entrada; e o guarda para sempre.
13. Salmos 145:20 - O Senhor guarda os crentes que O amam.
14. Jeremias 31:3 - O amor de Deus para com o crente é eterno.
15. Jó 5:19 - O crente é guardado do mal (Sl.91: Jo.17:9-26).
16. I João 5:18 - O crente é guardado do maligno (IITs.3:3; Jr.31:11).
17. Judas 24 - O crente é guardado para não tropeçar (ISm.2:9; Is.63:13).
18. João 11:9 - A fé do crente não lhe permite tropeçar (Rm.9:31-33).
19. Provérbios 10:25 - O crente tem perpétuo fundamento (IITm.2:19; ICo.3:11).
20. I Pedro 1:5 - O crente é guardado pela fé no poder de Deus.
21. Hebreus 12:2 - Jesus é o Autor da fé, e por isso, o crente não pode perdê-la (Fp.1:29; ICo.3:5;
At.18:27; Gl.5:22; IITs.3:2).
22. Romanos 16:25 - O crente é guardado pelo poder de Deus (IITm.1:12; Jd.24).
23. Hebreus 6:17 - A salvação do crente se fundamenta em duas coisas imutáveis: a) a promessa
(Js.21:45; At.13:32; IICo.1:20; Ef.3:6; Hb.9:14,15;10:23; IJo.2:25); b) o juramento (Hb.6:16). Só a promessa, sem o juramento já era em si mesma suficiente, mas Deus querendo mostrar a imutabilidade daquilo que Ele decretou, foi além da promessa, fazendo juramento. E Deus foi ainda mais além quando jurou pelo Seu próprio nome, porque não havia outro nome superior ao Seu (Hb.6:13,16; Jr.44:26;Nm.23:19).
24. Salmos 37:33 - O crente jamais será condenado (Sl.89:30-35; ICo.11:32).
25. Salmos 37:23,24 - Se o crente cair, não ficará prostrado (Sl.145:14; Pv.24:16; Jó 4:4; Rm.14:4;Mq.7:8).
26. Salmos 121:3 - O crente pode cair da graça (Gl.5:4), mas jamais cairá para a perdição (Sl.17:5;66:9).
27. Isaías 46:3,4 - O crente é conduzido por Deus até o fim (Sl.121:8).
28. I Coríntios 10:13 - A tentação não pode condenar o crente (Rm.6:14,18; IIPe.2:9).
29. João 4:14 - O crente jamais terá sede (Lc.16:24).
30. João 5:24 - O crente já passou da morte para a vida.
31. Romanos 6:8,9 - O crente já morreu com Cristo (IITm.2:11).
32. I Pedro 1:3,4 - O crente foi regenerado para uma viva esperança.
33. I Pedro 1:23 - O crente foi regenerado pela Palavra de Deus.
34. I João 3:9 - O crente foi regenerado pelo Espirito Santo (Jo.3:5; Tt.3:5).
35. João 6:37-40 - O crente jamais será lançado fora.
36. João 6:47 - O crente já possui a vida eterna (IJo.5:11-13; ITm.6:12).
37. João 10:28 - O crente não pode ser arrancado da mão do Filho.
38. João 10:29 - O crente não pode ser arrancado da mão do Pai.
39. Lucas 15:3-10 - Há alegria no céu por um pecador que se arrepende.
40. João 10:27 - O crente é conhecido do Senhor (Jo.10:14; IITm.2:19; ICo.8:3; Gl.4:9; Mt.7:21-23).
41. Mateus 28:20 - Jesus está com o crente todos os dias até o fim dos séculos.
42. Romanos 8:1 - Nenhuma condenação há para o crente (Rm.8:33,34).
43. Romanos 8:30 - Sendo justificado, o crente também será glorificado.
44. Romanos 8:28 - Todas as coisas cooperam para o bem do crente (Gn.50:20).
45. Romanos 8:35-39 - Nada poderá separar o crente do amor de Deus (Jo.13:1).
46. I Coríntios 3:15 - O crente infiel será salvo como pelo fogo (ICo.5:1-5;11:29-32).
47. I Coríntios 1:8 - O crente será confirmado até o fim (Rm.16:25; IITs.3:3).
48. Filipenses 1:6 - Deus mesmo terminará a obra no crente (Fp.2:13).
49. Colossenses 3:3 - A vida do crente está escondida com Cristo em Deus.
50. Efésios 5:27 - A igreja será sempre irrepreensível (IICo.11:2; ICo.12:26,27).
51. I Tessalonicenses 5:1-10 - O crente não será surpreendido na vinda do Senhor.
52. II Timóteo 2:13 - O crente infiel será salvo pela fidelidade de Deus (Rm.3:3).
53. Hebreus 13:5 - O crente jamais será abandonado por Deus.
54. I João 5:1 - O crente é nascido de Deus, e não pode "desnascer"
55. I Pedro 1:4 - O crente possui a natureza divina.
56. Romanos 8:9-11 - O crente é propriedade de Cristo (ICo.6:19,20).
57. I Tessalonicenses 5:23,24 - O crente é conservado irrepreensível.
58. I João 5:16 - O crente não pode pecar para a morte eterna (IJo.3:9;5:18).
59. I Coríntios 12:3 - O crente não pode blasfemar contra o Espírito Santo (Mt.12:32; Mc.9:39,40;Lc.11:23; IJo.5:10; Jo.3:33).
60. I João 2:19 - O crente é perseverante na fé (Mt.10:22;24:13; IIJo.9; Ap.13:10;14:12).
61. João 10:26 - O crente é ovelha e não porca lavada (IIPe.2:20-22).
62. João 13:10 - O crente já está limpo do seu pecado (Jo.15:3).
63. I Coríntios 1:30 - Cristo é a justiça do crente.
64. I Coríntios 1:30 - Cristo é a santificação do crente.
65. I Coríntios 1:30 - Cristo é a redenção do crente.
66. Salmos 25:20 - Deus é o refúgio do crente (Hb.6:18).
67. I João 2:22,23 - O crente não pode negar o filho (Mt.10:33; IITm.2:12).
68. Romanos 8:37 - O crente sempre será vencedor (Jo.16:33; Ap.2:7,11,17,26;3:5,12,21).
69. I João 5:4 - O crente vence o mundo.
70. I João 2:14 - O crente vence o diabo (IJo.4:4; Ap.12:11).
71. Romanos 6:14 - O crente vence o pecado (a carne).
72. Romanos 11:29 - O dom de Deus é irrevogável.
73. João 19:30 - Todo o pecado do crente está consumado.
74. Gálatas 3:13 - O crente foi resgatado para sempre da maldição da lei.
75. Apocalipse 5:9 - O crente foi comprado com sangue (ICo.6:20;7:23; IPe.1:18,19).
76. Salmos 90:17 - É Deus quem efetua a obra no crente (Jo.3:21; Ef.3:20; Is.26:12;64:4; Fp.2:13).
77. João 17:20 - Cristo intercedeu pelos crentes, e continua intercedendo (Hb.7:25; IJo.2:1; Rm.8:34).
78. Romanos 8:26,27 - O Espírito Santo intercede pelo crente.
79. II Coríntios 1:20 - Jesus é o "Amém" das promessas de Deus (Jo.6:47).
80. I Pedro 4:1 - O crente já cessou do pecado (Rm.6:14; IJo.3:9).
02. Efésios 4:30 - O crente está selado no Espirito Santo (Ef.1:13; IITm.2:19), e este selo é inviolável e irrevogável (Es.8:8; Dn.6:12).
03. II Coríntios 1:22 - O crente tem o penhor do Espirito Santo como garantia segura e inabalável
(IICo.5:5).
04. Gálatas 3:15 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão (Gl.3:29), uma aliança irrevogável.
05. I Coríntios 11:25 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança incondicional, selada com sangue (Jr.34:18, 19; Gn.15:12-21), e não com sapato (Rt.4:7,8) ou com sal (Nm.18:19; Lv.2:13).
06. Gênesis 15:12 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança unilateral (o rompimento da aliança só seria possível se Deus morresse).
07. Jeremias 31:31-33 - Mediante a nova aliança (com sangue), o temor do Senhor é insuflado no coração do crente (Jr.32:39,40) para que não se aparte de Deus (Hb.3:12;8:8-13; Ez.36:26,27).
08. Salmos 12:7 - O crente é guardado por Deus, do mal que há no mundo.
09. Salmos 17:8 - O crente é guardado por Deus como a menina dos Seus olhos.
10. Salmos 25:20 - A alma do crente é guardado por Deus (Sl.97:10).
11. Salmos 37:28 - O crente é preservado para sempre.
12. Salmos 12l:5-8 - O Senhor guarda o crente; guarda a sua alma de todo o mal; guarda a sua saída; guarda a sua entrada; e o guarda para sempre.
13. Salmos 145:20 - O Senhor guarda os crentes que O amam.
14. Jeremias 31:3 - O amor de Deus para com o crente é eterno.
15. Jó 5:19 - O crente é guardado do mal (Sl.91: Jo.17:9-26).
16. I João 5:18 - O crente é guardado do maligno (IITs.3:3; Jr.31:11).
17. Judas 24 - O crente é guardado para não tropeçar (ISm.2:9; Is.63:13).
18. João 11:9 - A fé do crente não lhe permite tropeçar (Rm.9:31-33).
19. Provérbios 10:25 - O crente tem perpétuo fundamento (IITm.2:19; ICo.3:11).
20. I Pedro 1:5 - O crente é guardado pela fé no poder de Deus.
21. Hebreus 12:2 - Jesus é o Autor da fé, e por isso, o crente não pode perdê-la (Fp.1:29; ICo.3:5;
At.18:27; Gl.5:22; IITs.3:2).
22. Romanos 16:25 - O crente é guardado pelo poder de Deus (IITm.1:12; Jd.24).
23. Hebreus 6:17 - A salvação do crente se fundamenta em duas coisas imutáveis: a) a promessa
(Js.21:45; At.13:32; IICo.1:20; Ef.3:6; Hb.9:14,15;10:23; IJo.2:25); b) o juramento (Hb.6:16). Só a promessa, sem o juramento já era em si mesma suficiente, mas Deus querendo mostrar a imutabilidade daquilo que Ele decretou, foi além da promessa, fazendo juramento. E Deus foi ainda mais além quando jurou pelo Seu próprio nome, porque não havia outro nome superior ao Seu (Hb.6:13,16; Jr.44:26;Nm.23:19).
24. Salmos 37:33 - O crente jamais será condenado (Sl.89:30-35; ICo.11:32).
25. Salmos 37:23,24 - Se o crente cair, não ficará prostrado (Sl.145:14; Pv.24:16; Jó 4:4; Rm.14:4;Mq.7:8).
26. Salmos 121:3 - O crente pode cair da graça (Gl.5:4), mas jamais cairá para a perdição (Sl.17:5;66:9).
27. Isaías 46:3,4 - O crente é conduzido por Deus até o fim (Sl.121:8).
28. I Coríntios 10:13 - A tentação não pode condenar o crente (Rm.6:14,18; IIPe.2:9).
29. João 4:14 - O crente jamais terá sede (Lc.16:24).
30. João 5:24 - O crente já passou da morte para a vida.
31. Romanos 6:8,9 - O crente já morreu com Cristo (IITm.2:11).
32. I Pedro 1:3,4 - O crente foi regenerado para uma viva esperança.
33. I Pedro 1:23 - O crente foi regenerado pela Palavra de Deus.
34. I João 3:9 - O crente foi regenerado pelo Espirito Santo (Jo.3:5; Tt.3:5).
35. João 6:37-40 - O crente jamais será lançado fora.
36. João 6:47 - O crente já possui a vida eterna (IJo.5:11-13; ITm.6:12).
37. João 10:28 - O crente não pode ser arrancado da mão do Filho.
38. João 10:29 - O crente não pode ser arrancado da mão do Pai.
39. Lucas 15:3-10 - Há alegria no céu por um pecador que se arrepende.
40. João 10:27 - O crente é conhecido do Senhor (Jo.10:14; IITm.2:19; ICo.8:3; Gl.4:9; Mt.7:21-23).
41. Mateus 28:20 - Jesus está com o crente todos os dias até o fim dos séculos.
42. Romanos 8:1 - Nenhuma condenação há para o crente (Rm.8:33,34).
43. Romanos 8:30 - Sendo justificado, o crente também será glorificado.
44. Romanos 8:28 - Todas as coisas cooperam para o bem do crente (Gn.50:20).
45. Romanos 8:35-39 - Nada poderá separar o crente do amor de Deus (Jo.13:1).
46. I Coríntios 3:15 - O crente infiel será salvo como pelo fogo (ICo.5:1-5;11:29-32).
47. I Coríntios 1:8 - O crente será confirmado até o fim (Rm.16:25; IITs.3:3).
48. Filipenses 1:6 - Deus mesmo terminará a obra no crente (Fp.2:13).
49. Colossenses 3:3 - A vida do crente está escondida com Cristo em Deus.
50. Efésios 5:27 - A igreja será sempre irrepreensível (IICo.11:2; ICo.12:26,27).
51. I Tessalonicenses 5:1-10 - O crente não será surpreendido na vinda do Senhor.
52. II Timóteo 2:13 - O crente infiel será salvo pela fidelidade de Deus (Rm.3:3).
53. Hebreus 13:5 - O crente jamais será abandonado por Deus.
54. I João 5:1 - O crente é nascido de Deus, e não pode "desnascer"
55. I Pedro 1:4 - O crente possui a natureza divina.
56. Romanos 8:9-11 - O crente é propriedade de Cristo (ICo.6:19,20).
57. I Tessalonicenses 5:23,24 - O crente é conservado irrepreensível.
58. I João 5:16 - O crente não pode pecar para a morte eterna (IJo.3:9;5:18).
59. I Coríntios 12:3 - O crente não pode blasfemar contra o Espírito Santo (Mt.12:32; Mc.9:39,40;Lc.11:23; IJo.5:10; Jo.3:33).
60. I João 2:19 - O crente é perseverante na fé (Mt.10:22;24:13; IIJo.9; Ap.13:10;14:12).
61. João 10:26 - O crente é ovelha e não porca lavada (IIPe.2:20-22).
62. João 13:10 - O crente já está limpo do seu pecado (Jo.15:3).
63. I Coríntios 1:30 - Cristo é a justiça do crente.
64. I Coríntios 1:30 - Cristo é a santificação do crente.
65. I Coríntios 1:30 - Cristo é a redenção do crente.
66. Salmos 25:20 - Deus é o refúgio do crente (Hb.6:18).
67. I João 2:22,23 - O crente não pode negar o filho (Mt.10:33; IITm.2:12).
68. Romanos 8:37 - O crente sempre será vencedor (Jo.16:33; Ap.2:7,11,17,26;3:5,12,21).
69. I João 5:4 - O crente vence o mundo.
70. I João 2:14 - O crente vence o diabo (IJo.4:4; Ap.12:11).
71. Romanos 6:14 - O crente vence o pecado (a carne).
72. Romanos 11:29 - O dom de Deus é irrevogável.
73. João 19:30 - Todo o pecado do crente está consumado.
74. Gálatas 3:13 - O crente foi resgatado para sempre da maldição da lei.
75. Apocalipse 5:9 - O crente foi comprado com sangue (ICo.6:20;7:23; IPe.1:18,19).
76. Salmos 90:17 - É Deus quem efetua a obra no crente (Jo.3:21; Ef.3:20; Is.26:12;64:4; Fp.2:13).
77. João 17:20 - Cristo intercedeu pelos crentes, e continua intercedendo (Hb.7:25; IJo.2:1; Rm.8:34).
78. Romanos 8:26,27 - O Espírito Santo intercede pelo crente.
79. II Coríntios 1:20 - Jesus é o "Amém" das promessas de Deus (Jo.6:47).
80. I Pedro 4:1 - O crente já cessou do pecado (Rm.6:14; IJo.3:9).
Cristo Em Cada Livro Da Bíblia
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Meus Projetos
Em Gênesis Jesus é o Cordeiro no altar de Abraão
Em Êxodo é o cordeiro da Páscoa
Em Levítico ele é o sumo sacerdote
Em Números ele é a nuvem durante o dia e a coluna de fogo durante a noite
Em Deuteronômio ele é a cidade de nosso refúgio
Em Josué, ele é o tecido vermelho na janela de Raabe
Em Juízes ele é o nosso Juiz
Em Ruth ele é o nosso parente redentor
Em I e II Samuel ele é o nosso profeta confiável
Nos livros de Reis e Crônicas é o nosso soberano
Em Esdras ele é o nosso escriba fiel
Em Neemias é o reconstrutor de tudo que está destruído
Em Ester ele é Mordecai assentado fielmente no portão
Em Jô ele é o nosso redentor que vive para sempre
Em Salmos ele é o meu pastor e nada me faltará
Em Provérbios e Eclesiastes ele é nossa sabedoria
Em Cantares ele é o belo noivo
Em Isaias ele é o servo sofredor
Em Jeremias e Lamentações Jesus é o profeta que chora
Em Ezequiel ele é o maravilhoso homem de quatro faces
Em Daniel ele é o quarto homem na fornalha
Em Oséias ele é o amor sempre fiel
Em Joel ele nos batiza com o Espírito Santo e com fogo
Em Amós ele leva nossos fardos
Em Obadias nosso salvador
Em Jonas ele é o grande missionário que leva ao mundo a palavra de Deus
Em Miquéias ele é o mensageiro dos pés formosos
Em Naum ele é o vingador
Em Habacuque ele é a sentinela orando sempre pelo reavivamento
Em Sofonias ele é o Senhor poderoso para salvar
Em Ageu ele é o restaurador de nossa herança perdida
Em Zacarias é a nossa fonte
Em Malaquias ele é o filho da justiça com a cura em suas asas.
Em Mateus ele é o Cristo o filho do Deus vivo
Em Marcos ele é o operador de milagres
Em Lucas ele é o filho do homem
Em João ele é a porta pela qual todos devem passar
Em Atos é a luz brilhante que aparece a Saulo no caminho de Damasco
Em Romanos é a nossa justificação
Em Coríntios é nossa ressurreição e o que leva os nossos pecados
Em Gálatas ele nos redime da lei
Em Efésios ele é nossa riqueza insondável
Em Filipenses ele supre todas as nossas necessidades
Em Colossenses ele é a plenitude do Deus encarnado
Em Tessalonicenses ele é o nosso Rei que virá
Em Timóteo ele é o nosso mediador entre Deus e os homens
Em Tito ele é nossa bendita esperança
Em Filemon ele é o amigo mais chegado que um irmão
Em Hebreus ele é o sangue do pacto eterno
Em Tiago ele é o Senhor que cura o doente
Em Pedro ele é o pastor principal
Nos livros de João é Jesus que tem a ternura do amor
Em Judas ele é o Senhor que vem com milhares de santos
E em Apocalipse, a igreja é conclamada a levantar os olhos, pois é chegada sua redenção
Em Êxodo é o cordeiro da Páscoa
Em Levítico ele é o sumo sacerdote
Em Números ele é a nuvem durante o dia e a coluna de fogo durante a noite
Em Deuteronômio ele é a cidade de nosso refúgio
Em Josué, ele é o tecido vermelho na janela de Raabe
Em Juízes ele é o nosso Juiz
Em Ruth ele é o nosso parente redentor
Em I e II Samuel ele é o nosso profeta confiável
Nos livros de Reis e Crônicas é o nosso soberano
Em Esdras ele é o nosso escriba fiel
Em Neemias é o reconstrutor de tudo que está destruído
Em Ester ele é Mordecai assentado fielmente no portão
Em Jô ele é o nosso redentor que vive para sempre
Em Salmos ele é o meu pastor e nada me faltará
Em Provérbios e Eclesiastes ele é nossa sabedoria
Em Cantares ele é o belo noivo
Em Isaias ele é o servo sofredor
Em Jeremias e Lamentações Jesus é o profeta que chora
Em Ezequiel ele é o maravilhoso homem de quatro faces
Em Daniel ele é o quarto homem na fornalha
Em Oséias ele é o amor sempre fiel
Em Joel ele nos batiza com o Espírito Santo e com fogo
Em Amós ele leva nossos fardos
Em Obadias nosso salvador
Em Jonas ele é o grande missionário que leva ao mundo a palavra de Deus
Em Miquéias ele é o mensageiro dos pés formosos
Em Naum ele é o vingador
Em Habacuque ele é a sentinela orando sempre pelo reavivamento
Em Sofonias ele é o Senhor poderoso para salvar
Em Ageu ele é o restaurador de nossa herança perdida
Em Zacarias é a nossa fonte
Em Malaquias ele é o filho da justiça com a cura em suas asas.
Em Mateus ele é o Cristo o filho do Deus vivo
Em Marcos ele é o operador de milagres
Em Lucas ele é o filho do homem
Em João ele é a porta pela qual todos devem passar
Em Atos é a luz brilhante que aparece a Saulo no caminho de Damasco
Em Romanos é a nossa justificação
Em Coríntios é nossa ressurreição e o que leva os nossos pecados
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Em Filipenses ele supre todas as nossas necessidades
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Em Tito ele é nossa bendita esperança
Em Filemon ele é o amigo mais chegado que um irmão
Em Hebreus ele é o sangue do pacto eterno
Em Tiago ele é o Senhor que cura o doente
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Nos livros de João é Jesus que tem a ternura do amor
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E em Apocalipse, a igreja é conclamada a levantar os olhos, pois é chegada sua redenção
VALÉRIO MESQUITA CANDIDATO A PREFEITO DE MACAÍBA
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Testemunhos
Os jornalistas norte-rio-grandenses dão como certa a candidatura de Valério Mesquita a prefeitura de Macaíba.
Muitos jornais e blogs divulgaram esta semana a possibilidade do ex-prefeito e ex-deputado Valério Mesquita concorrer ao cargo de prefeito de Macaíba em 2012 com o apoio da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).
Caso venha a ser candidato, Valério Mesquita deverá contar com o apoio do ex-prefeito Luizinho e da Igreja Evangélica Assembléia de Deus do qual ele faz parte.
O atual presidente do Tribunal de Contas do Estado Valério Mesquita estaria se aposentando ainda este ano, abrindo mais uma vaga para o quadro de conselheiros do TCE, totalizando três vagas, onde uma será destinada ao MP e duas por indicação do governo, que teria como nomes certos Betinho Rosado e Paulo de Tarso Fernandes, atuais secretários dom governo estadual.
Resta saber por qual partido o mesmo irá ser candidato!
Fontes indicam que possa ser o PR de João Maia, partido pelo qual Valério Mesquita foi deputado. O PR é o antigo PL. Mas nada foi confirmado ainda.
Dr. Fernando
O ex-prefeito Dr. Fernando (PMN ou PSD) contribuiu bastante para a vitória da governadora Rosalba Ciarlini na cidade de Macaíba, nas eleições de 2010. E poderia está vendo o seu principal apoio escapar.
Restando o apoio do vice-governador Robinson Faria e do presidente da Assembléia Legislativa Ricardo Mota.
Dr. Fernando e Valério Mesquita, deputado estadual em 2014
Outra notícia foi o apoio de Valério Mesquita a candidatura de Dr. Fernando (PMN ou PSD) a prefeito de Macaíba, onde indicaria o vice-prefeito e garantiria o apoio da governadora Rosalba Ciarlini.
Em contrapartida o Dr. Fernando (PMN ou PSD) o apoiaria na campanha de Deputado Estadual em 2014.
Desta forma o deputado estadual Ricardo Mota (PDS) perderia um grande aliado na eleição de 2014.
Marília Dias
A atual prefeita e candidata a reeleição, Marília Dias (PMDB), contará exclusivamente com apoio do PMDB do Senador Garibaldi Alves e do Deputado Federal Henrique Alves, e buscando alianças com políticos fortes de outros partidos.
Acredito que a prefeita esteja focando no seu trabalho e nos apoios das lideranças municipais e vereadores de seu partido, PMDB, Thomás Sena, Aluizio Silvio, Edivaldo Emídio, Rita de Cássia, e de Socorro Nogueira (PT do B). Mais senhora prefeita, não tem um grupo de assessores para fazer um trabalho que represente o seu nome.
Conclusão
A realidade é que com a aposentadoria do Conselheiro Valério Mesquita do TCE, o mesmo estará voltando com bastante força a cenário político estadual e municipal.
Tudo indica que deveremos ter dois ou três candidatos à prefeitura de Macaíba, girando em torno de Valério Mesquita, Marília Dias e Dr. Fernando. Os outros pretendentes que apareçam!
Macaíba necessita resgatar a sua força cultural e política, que perdeu a muito tempo, desde que gritavam ... fora ditadura Mesquita e veio outros!
Muitos jornais e blogs divulgaram esta semana a possibilidade do ex-prefeito e ex-deputado Valério Mesquita concorrer ao cargo de prefeito de Macaíba em 2012 com o apoio da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).
Caso venha a ser candidato, Valério Mesquita deverá contar com o apoio do ex-prefeito Luizinho e da Igreja Evangélica Assembléia de Deus do qual ele faz parte.
O atual presidente do Tribunal de Contas do Estado Valério Mesquita estaria se aposentando ainda este ano, abrindo mais uma vaga para o quadro de conselheiros do TCE, totalizando três vagas, onde uma será destinada ao MP e duas por indicação do governo, que teria como nomes certos Betinho Rosado e Paulo de Tarso Fernandes, atuais secretários dom governo estadual.
Resta saber por qual partido o mesmo irá ser candidato!
Fontes indicam que possa ser o PR de João Maia, partido pelo qual Valério Mesquita foi deputado. O PR é o antigo PL. Mas nada foi confirmado ainda.
Dr. Fernando
O ex-prefeito Dr. Fernando (PMN ou PSD) contribuiu bastante para a vitória da governadora Rosalba Ciarlini na cidade de Macaíba, nas eleições de 2010. E poderia está vendo o seu principal apoio escapar.
Restando o apoio do vice-governador Robinson Faria e do presidente da Assembléia Legislativa Ricardo Mota.
Dr. Fernando e Valério Mesquita, deputado estadual em 2014
Outra notícia foi o apoio de Valério Mesquita a candidatura de Dr. Fernando (PMN ou PSD) a prefeito de Macaíba, onde indicaria o vice-prefeito e garantiria o apoio da governadora Rosalba Ciarlini.
Em contrapartida o Dr. Fernando (PMN ou PSD) o apoiaria na campanha de Deputado Estadual em 2014.
Desta forma o deputado estadual Ricardo Mota (PDS) perderia um grande aliado na eleição de 2014.
Marília Dias
A atual prefeita e candidata a reeleição, Marília Dias (PMDB), contará exclusivamente com apoio do PMDB do Senador Garibaldi Alves e do Deputado Federal Henrique Alves, e buscando alianças com políticos fortes de outros partidos.
Acredito que a prefeita esteja focando no seu trabalho e nos apoios das lideranças municipais e vereadores de seu partido, PMDB, Thomás Sena, Aluizio Silvio, Edivaldo Emídio, Rita de Cássia, e de Socorro Nogueira (PT do B). Mais senhora prefeita, não tem um grupo de assessores para fazer um trabalho que represente o seu nome.
Conclusão
A realidade é que com a aposentadoria do Conselheiro Valério Mesquita do TCE, o mesmo estará voltando com bastante força a cenário político estadual e municipal.
Tudo indica que deveremos ter dois ou três candidatos à prefeitura de Macaíba, girando em torno de Valério Mesquita, Marília Dias e Dr. Fernando. Os outros pretendentes que apareçam!
Macaíba necessita resgatar a sua força cultural e política, que perdeu a muito tempo, desde que gritavam ... fora ditadura Mesquita e veio outros!
Vamos estudar o livro de Atos dos Apóstolo
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Testemunhos
Este é o título pelo qual tem sido chamado um dos livros da Bíblia desde o segundo século dC. Abrange primariamente as atividades de Pedro e de Paulo, em vez de as de todos os apóstolos em geral; e fornece-nos uma história muitíssimo fidedigna e abrangente do espetacular começo e do rápido desenvolvimento da organização cristã, primeiro entre os judeus, e então entre os samaritanos e as nações gentias.
O tema dominante da Bíblia inteira, o Reino de Deus, predomina no livro (At 1:3; 8:12; 14:22; 19:8; 20:25; 28:31), e somos constantemente lembrados de que os apóstolos deram “testemunho cabal” a respeito de Cristo e desse Reino, e realizaram plenamente o seu ministério. (2:40; 5:42; 8:25; 10:42; 20:21, 24; 23:11; 26:22; 28:23) O livro fornece também um notável fundo histórico para se considerar as cartas inspiradas das Escrituras Gregas Cristãs.
O Escritor. As palavras iniciais de Atos referem-se ao Evangelho de Lucas como “o primeiro relato”. E visto que ambos os relatos são dirigidos à mesma pessoa, Teófilo, sabemos que Lucas, embora não assinasse seu nome, foi o escritor de Atos. (Lc 1:3; At 1:1) Ambos os relatos têm estilo e linguagem similares. O Fragmento Muratoriano, de fins do segundo século dC, também atribui a escrita a Lucas. Escritos eclesiásticos do segundo século dC, de Irineu de Lião, de Clemente de Alexandria, e de Tertuliano de Cartago, quando citam Atos, mencionam Lucas como o escritor.
Quando e Onde Foi Escrito. O livro abrange um período de aproximadamente 28 anos, desde a ascensão de Jesus em 33 dC até o fim do segundo ano da prisão de Paulo em Roma, por volta de 61 dC. Durante este período, quatro imperadores romanos governaram em seqüência: Tibério, Calígula, Cláudio e Nero. Visto que relata eventos decorridos no segundo ano da prisão de Paulo em Roma, não poderia ter sido concluído antes disso. Se o relato tivesse sido escrito mais tarde, seria razoável esperar que Lucas fornecesse mais informações sobre Paulo; se escrito depois do ano 64 dC, certamente teria mencionado a violenta perseguição movida por Nero, que começou então; e, se escrito depois de 70 dC, como alguns argumentam, esperaríamos encontrar registrada a destruição de Jerusalém. O escritor Lucas acompanhou Paulo em grande parte do período das suas viagens, inclusive na perigosa viagem a Roma, o que é evidente do uso que faz dos pronomes na primeira pessoa do plural, “nós”, “nosso”, “nos”, em Atos 16:10-17; 20:5-15; 21:1-18; 27:1-37; 28:1-16. Paulo, nas suas cartas escritas de Roma, menciona que Lucas também estava ali. (Cl 4:14; Fl 24) Foi, por conseguinte, em Roma que se concluiu a escrita do livro de Atos. Conforme já observado, o próprio Lucas foi testemunha ocular de grande parte do que escreveu, e, em suas viagens, ele contatou com cristãos que participaram de certos eventos descritos ou os observaram. Por exemplo, João Marcos podia contar-lhe o miraculoso livramento de Pedro da prisão (At 12:12), ao passo que os eventos descritos nos capítulos 6 e 8 poderiam ter sido relatados pelo missionário Filipe. E Paulo, naturalmente, como testemunha ocular, podia suprir muitos pormenores dos eventos ocorridos quando Lucas não estava com ele.
Autenticidade. A exatidão do livro de Atos tem sido comprovada, no decorrer dos anos, por várias descobertas arqueológicas. Por exemplo, Atos 13:7 diz que Sérgio Paulo era o procônsul de Chipre. Ora, sabe-se que, pouco antes de Paulo visitar Chipre, esta era governada por meio dum propretor ou legado, mas uma inscrição encontrada em Chipre prova que a ilha passou a estar sob o governo direto do Senado romano, na pessoa de um governador provincial chamado procônsul. Similarmente, na Grécia, durante o governo de Augusto César, a Acaia era uma província sob o governo direto do Senado romano, mas, quando Tibério era imperador, ela foi governada diretamente por ele. Mais tarde, sob o imperador Cláudio, tornou-se novamente uma província senatorial, segundo Tácito. Descobriu-se um fragmento dum rescrito de Cláudio aos deíficos da Grécia, que se refere ao pro consulado de Gálio. Por conseguinte, Atos 18:12 está correto ao falar de Gálio como “procônsul” quando Paulo estava ali em Corinto, capital da Acaia. Também, uma inscrição num arco em Tessalônica (inscrição de que se preservaram fragmentos no Museu Britânico) mostra que Atos 17:8 está correto ao falar dos “governantes da cidade” (“poliarcas”, governadores dos cidadãos), embora este título não seja encontrado na literatura clássica. Até o dia de hoje, em Atenas, o Areópago, ou colina de Marte, onde Paulo pregou, ergue-se como testemunha silenciosa da veracidade de Atos. (At 17:19) Termos e expressões médicas encontradas em Atos estão de acordo com os escritores médicos gregos daquele tempo. Os meios de viagem empregados no Oriente Médio, no primeiro século, eram essencialmente conforme descritos em Atos: via terrestre, caminhadas, andar a cavalo ou em carros puxados a cavalo (23:24, 31, 32; 8:27-38); via marítima, por navios de carga. (21:1-3; 27:1-5) Aquelas embarcações antigas não possuíam um leme único, mas eram controladas por dois grandes remos, daí estes serem mencionados com exatidão no plural. (27:40) A descrição da viagem de Paulo, de navio, a Roma (27:1-44), no tocante ao tempo que durou, à distância percorrida e aos lugares visitados, é reconhecida por marujos modernos, familiarizados com a região, como inteiramente fidedigna e confiável. Atos dos Apóstolos foi aceito sem reservas como Escritura inspirada e canônica pelos catalogadores das Escrituras do segundo até o quarto século dC. Trechos do livro, junto com fragmentos dos quatro Evangelhos, encontram-se no manuscrito de papiro Chester Beatty N.° 1 (P45), do terceiro século dC. O manuscrito Michigan N.° 1571 (P38), do terceiro ou do quarto século, contém trechos dos capítulos 18 e 19, e um manuscrito do quarto século, Aegyptus N.° 8683 (P8), contém partes dos capítulos 4 a 6. O livro de Atos foi citado por Policarpo de Esmirrna, por volta de 115 dC, por Inácio de Antioquia, por volta de 110 dC, e por Clemente de Roma, talvez já em 95 dC. Atanásio, Jerônimo e Agostinho, do quarto século, confirmam todos as listas anteriores que incluíam Atos.
DESTAQUES DE ATOS
O início da congregação cristã e um registro do seu zeloso testemunho público em face de feroz perseguição. Tempo abrangido: 33 a c. 61 dC.
Antes de ascender ao céu, Jesus comissiona seguidores a ser testemunhas dele como o Messias de Deus. (1:1-26) Depois de receberem Espírito Santo, os discípulos testemunham com denodo em muitas línguas. (2:15:42) Judeus em Jerusalém, procedentes de muitas terras, recebem testemunho na sua própria língua; cerca de 3.000 são batizados. Pedro e João são presos e levados perante o Sinédrio; declaram destemidamente que não pararão de dar testemunho. Cheios de Espírito Santo, todos os discípulos proclamam a palavra de Deus com denodo; multidões tornam-se crentes. Apóstolos são presos; um anjo os liberta; levados perante o Sinédrio, declaram: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.”
A perseguição resulta na expansão do testemunho. (6:19:43) Estevão é preso, dá destemido testemunho, morre como mártir. A perseguição espalha todos, menos os apóstolos; testemunho dado em Samaria; eunuco etíope é batizado. Jesus aparece ao perseguidor Saulo; Saulo é convertido, batizado, começa ministério zeloso.
Sob direção divina, o testemunho atinge gentios incircuncisos. (10:112:25) Pedro prega a Cornélio, sua família e seus amigos; estes crêem, recebem Espírito Santo e são batizados. O relatório do apóstolo sobre isso promove adicional expansão entre as nações.
Viagens evangelizadoras de Paulo. (13:121:26) Primeira viagem: A Chipre, Ásia Menor. Paulo e Barnabé com denodo dão testemunho em público e nas sinagogas; expulsos de Antioquia; atacados por turba em Icônio; em Listra, primeiro tratados como deuses, depois Paulo é apedrejado. Questão da circuncisão decidida pelo corpo governante em Jerusalém; Paulo e Barnabé designados para informar os irmãos que a circuncisão não é exigida, mas que crentes têm de abster-se de coisas sacrificadas a ídolos, de sangue e de fornicação. Segunda viagem: De novo atravessam a Ásia Menor, indo para a Macedônia e a Grécia. Encarcerados em Filipos, mas carcereiro e sua família são batizados; judeus instigam dificuldades em Tessalônica e Beréia; em Atenas, Paulo prega na sinagoga, na feira, daí no Areópago; ministério de 18 meses em Corinto.
Terceira viagem: Ásia Menor, Grécia. Ministério efésio frutífero, daí, levante dos prateiros; o apóstolo admoesta os anciãos.
Paulo é preso, dá testemunho a autoridades, é levado a Roma. (21:2728:31) Depois de atacado por turba em Jerusalém, Paulo perante o Sinédrio. Paulo, como preso, dá testemunho denodado perante Félix, Festo e o Rei Herodes Agripa II, também no navio em caminho para Roma. Preso em Roma, Paulo continua a achar meios de pregar sobre Cristo e o Reino.
O tema dominante da Bíblia inteira, o Reino de Deus, predomina no livro (At 1:3; 8:12; 14:22; 19:8; 20:25; 28:31), e somos constantemente lembrados de que os apóstolos deram “testemunho cabal” a respeito de Cristo e desse Reino, e realizaram plenamente o seu ministério. (2:40; 5:42; 8:25; 10:42; 20:21, 24; 23:11; 26:22; 28:23) O livro fornece também um notável fundo histórico para se considerar as cartas inspiradas das Escrituras Gregas Cristãs.
O Escritor. As palavras iniciais de Atos referem-se ao Evangelho de Lucas como “o primeiro relato”. E visto que ambos os relatos são dirigidos à mesma pessoa, Teófilo, sabemos que Lucas, embora não assinasse seu nome, foi o escritor de Atos. (Lc 1:3; At 1:1) Ambos os relatos têm estilo e linguagem similares. O Fragmento Muratoriano, de fins do segundo século dC, também atribui a escrita a Lucas. Escritos eclesiásticos do segundo século dC, de Irineu de Lião, de Clemente de Alexandria, e de Tertuliano de Cartago, quando citam Atos, mencionam Lucas como o escritor.
Quando e Onde Foi Escrito. O livro abrange um período de aproximadamente 28 anos, desde a ascensão de Jesus em 33 dC até o fim do segundo ano da prisão de Paulo em Roma, por volta de 61 dC. Durante este período, quatro imperadores romanos governaram em seqüência: Tibério, Calígula, Cláudio e Nero. Visto que relata eventos decorridos no segundo ano da prisão de Paulo em Roma, não poderia ter sido concluído antes disso. Se o relato tivesse sido escrito mais tarde, seria razoável esperar que Lucas fornecesse mais informações sobre Paulo; se escrito depois do ano 64 dC, certamente teria mencionado a violenta perseguição movida por Nero, que começou então; e, se escrito depois de 70 dC, como alguns argumentam, esperaríamos encontrar registrada a destruição de Jerusalém. O escritor Lucas acompanhou Paulo em grande parte do período das suas viagens, inclusive na perigosa viagem a Roma, o que é evidente do uso que faz dos pronomes na primeira pessoa do plural, “nós”, “nosso”, “nos”, em Atos 16:10-17; 20:5-15; 21:1-18; 27:1-37; 28:1-16. Paulo, nas suas cartas escritas de Roma, menciona que Lucas também estava ali. (Cl 4:14; Fl 24) Foi, por conseguinte, em Roma que se concluiu a escrita do livro de Atos. Conforme já observado, o próprio Lucas foi testemunha ocular de grande parte do que escreveu, e, em suas viagens, ele contatou com cristãos que participaram de certos eventos descritos ou os observaram. Por exemplo, João Marcos podia contar-lhe o miraculoso livramento de Pedro da prisão (At 12:12), ao passo que os eventos descritos nos capítulos 6 e 8 poderiam ter sido relatados pelo missionário Filipe. E Paulo, naturalmente, como testemunha ocular, podia suprir muitos pormenores dos eventos ocorridos quando Lucas não estava com ele.
Autenticidade. A exatidão do livro de Atos tem sido comprovada, no decorrer dos anos, por várias descobertas arqueológicas. Por exemplo, Atos 13:7 diz que Sérgio Paulo era o procônsul de Chipre. Ora, sabe-se que, pouco antes de Paulo visitar Chipre, esta era governada por meio dum propretor ou legado, mas uma inscrição encontrada em Chipre prova que a ilha passou a estar sob o governo direto do Senado romano, na pessoa de um governador provincial chamado procônsul. Similarmente, na Grécia, durante o governo de Augusto César, a Acaia era uma província sob o governo direto do Senado romano, mas, quando Tibério era imperador, ela foi governada diretamente por ele. Mais tarde, sob o imperador Cláudio, tornou-se novamente uma província senatorial, segundo Tácito. Descobriu-se um fragmento dum rescrito de Cláudio aos deíficos da Grécia, que se refere ao pro consulado de Gálio. Por conseguinte, Atos 18:12 está correto ao falar de Gálio como “procônsul” quando Paulo estava ali em Corinto, capital da Acaia. Também, uma inscrição num arco em Tessalônica (inscrição de que se preservaram fragmentos no Museu Britânico) mostra que Atos 17:8 está correto ao falar dos “governantes da cidade” (“poliarcas”, governadores dos cidadãos), embora este título não seja encontrado na literatura clássica. Até o dia de hoje, em Atenas, o Areópago, ou colina de Marte, onde Paulo pregou, ergue-se como testemunha silenciosa da veracidade de Atos. (At 17:19) Termos e expressões médicas encontradas em Atos estão de acordo com os escritores médicos gregos daquele tempo. Os meios de viagem empregados no Oriente Médio, no primeiro século, eram essencialmente conforme descritos em Atos: via terrestre, caminhadas, andar a cavalo ou em carros puxados a cavalo (23:24, 31, 32; 8:27-38); via marítima, por navios de carga. (21:1-3; 27:1-5) Aquelas embarcações antigas não possuíam um leme único, mas eram controladas por dois grandes remos, daí estes serem mencionados com exatidão no plural. (27:40) A descrição da viagem de Paulo, de navio, a Roma (27:1-44), no tocante ao tempo que durou, à distância percorrida e aos lugares visitados, é reconhecida por marujos modernos, familiarizados com a região, como inteiramente fidedigna e confiável. Atos dos Apóstolos foi aceito sem reservas como Escritura inspirada e canônica pelos catalogadores das Escrituras do segundo até o quarto século dC. Trechos do livro, junto com fragmentos dos quatro Evangelhos, encontram-se no manuscrito de papiro Chester Beatty N.° 1 (P45), do terceiro século dC. O manuscrito Michigan N.° 1571 (P38), do terceiro ou do quarto século, contém trechos dos capítulos 18 e 19, e um manuscrito do quarto século, Aegyptus N.° 8683 (P8), contém partes dos capítulos 4 a 6. O livro de Atos foi citado por Policarpo de Esmirrna, por volta de 115 dC, por Inácio de Antioquia, por volta de 110 dC, e por Clemente de Roma, talvez já em 95 dC. Atanásio, Jerônimo e Agostinho, do quarto século, confirmam todos as listas anteriores que incluíam Atos.
DESTAQUES DE ATOS
O início da congregação cristã e um registro do seu zeloso testemunho público em face de feroz perseguição. Tempo abrangido: 33 a c. 61 dC.
Antes de ascender ao céu, Jesus comissiona seguidores a ser testemunhas dele como o Messias de Deus. (1:1-26) Depois de receberem Espírito Santo, os discípulos testemunham com denodo em muitas línguas. (2:15:42) Judeus em Jerusalém, procedentes de muitas terras, recebem testemunho na sua própria língua; cerca de 3.000 são batizados. Pedro e João são presos e levados perante o Sinédrio; declaram destemidamente que não pararão de dar testemunho. Cheios de Espírito Santo, todos os discípulos proclamam a palavra de Deus com denodo; multidões tornam-se crentes. Apóstolos são presos; um anjo os liberta; levados perante o Sinédrio, declaram: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.”
A perseguição resulta na expansão do testemunho. (6:19:43) Estevão é preso, dá destemido testemunho, morre como mártir. A perseguição espalha todos, menos os apóstolos; testemunho dado em Samaria; eunuco etíope é batizado. Jesus aparece ao perseguidor Saulo; Saulo é convertido, batizado, começa ministério zeloso.
Sob direção divina, o testemunho atinge gentios incircuncisos. (10:112:25) Pedro prega a Cornélio, sua família e seus amigos; estes crêem, recebem Espírito Santo e são batizados. O relatório do apóstolo sobre isso promove adicional expansão entre as nações.
Viagens evangelizadoras de Paulo. (13:121:26) Primeira viagem: A Chipre, Ásia Menor. Paulo e Barnabé com denodo dão testemunho em público e nas sinagogas; expulsos de Antioquia; atacados por turba em Icônio; em Listra, primeiro tratados como deuses, depois Paulo é apedrejado. Questão da circuncisão decidida pelo corpo governante em Jerusalém; Paulo e Barnabé designados para informar os irmãos que a circuncisão não é exigida, mas que crentes têm de abster-se de coisas sacrificadas a ídolos, de sangue e de fornicação. Segunda viagem: De novo atravessam a Ásia Menor, indo para a Macedônia e a Grécia. Encarcerados em Filipos, mas carcereiro e sua família são batizados; judeus instigam dificuldades em Tessalônica e Beréia; em Atenas, Paulo prega na sinagoga, na feira, daí no Areópago; ministério de 18 meses em Corinto.
Terceira viagem: Ásia Menor, Grécia. Ministério efésio frutífero, daí, levante dos prateiros; o apóstolo admoesta os anciãos.
Paulo é preso, dá testemunho a autoridades, é levado a Roma. (21:2728:31) Depois de atacado por turba em Jerusalém, Paulo perante o Sinédrio. Paulo, como preso, dá testemunho denodado perante Félix, Festo e o Rei Herodes Agripa II, também no navio em caminho para Roma. Preso em Roma, Paulo continua a achar meios de pregar sobre Cristo e o Reino.
VAMOS FAZER UMA CONTA DO PERDÃO
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COMO DEVO PERDOAR
“Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas, até setenta vezes sete” (Mateus 18: 21 e 22).
A matemática nunca me cativou muito. Na realidade até tive problemas com ela. Mas, a matemática é essencial a vida cotidiana. Tive que aprender e aplicar as noções básicas da matemática. Aprendi o básico do básico da matemática. Na realidade não gostei da matemática porque tive uma péssima professora de matemática. Mas, me dediquei a outras matérias. Tenho aprendido muito sobre o amor e perdão. O amor é um sentimento a ser aprimorado a cada dia de nossa existência. Algumas situações da vida exigem um aprimoramento. Ninguém poderia dizer que já é um PhD em amor. O amor sempre nos surpreende. Sempre exige um aprimoramento, uma segunda milha a ser trilhada ou outra face para ser oferecida. O perdão segue o mesmo caminho do amor: o caminho do aprimoramento. O perdão pede sempre uma atualização, uma reavaliação. O amor e o perdão caminham de mãos dadas. Um não sobrevive sem o outro. Não é possível perdoar se não possuir amor, e não é possível amar sem perdoar. As pessoas possuem suas falhas e suas dificuldades, assim como nós também temos as nossas. Somente Deus é perfeito. Ver as falhas alheias é como olhar no espelho e contemplar o seu rosto. Muitos dos erros que vemos nas outras pessoas, nós também os cometemos. Reconhecer as falhas do “outro” é fácil, difícil é olhar para dentro de nós mesmos e constatarmos nossas falhas. Viver sem amar e sem perdoar é viver sem alegria, diria até que é uma sobrevivência e não vida.
Jesus sabedor das dificuldades dos relacionamentos entre seus discípulos, ele fala abertamente nesse texto sobre o perdão e o amor. Se um irmão pecar contra você, vai ter com ele repreenda-o, mas faça isso com amor. Jesus nos ensina que perdão e amor não podem ser desassociados. Se você tem uma pré- disposição para perdoar, mas não sabe como amar, o perdão não é sincero, ou pode gerar um perdão violento. Violento porque gerará cobrança na pessoa que está recebendo o perdão. A proposta de Jesus é sempre a de ganhar o irmão. A disponibilidade de perdão é sempre motivada para a nossa restauração, assim, como a restauração da pessoa que receberá o perdão. O perdão tem a função de unir os laços quebrados, de restaurar a comunhão novamente, de superar as crises do passado, de sarar a ferida que ainda está aberta. O perdão fecha as feridas, mas ás vezes deixa algumas cicatrizes. Jesus caminha um pouco mais no seu discurso e fala sobre a relutância da pessoa a ser restaurada. Se a pessoa não te ouvir, leve as testemunhas, e somente depois diga a igreja. O processo até a falha ser comunicada a igreja é enorme. A distância a ser percorrida é extensa. A pessoa há de ser preservada sempre. Nos lábios de Jesus a pessoa há de ser restaurada e não desprezada.
Depois desse ensinamento precioso sobre perdão, Ele discorre sobre a Sua presença no meio daqueles que se reúnem em seu nome. Se Jesus está no nosso meio, porque não perdoar? Se Ele reflete a imagem do Deus que perdoa porque não perdoamos? A lição sobre perdão, proferida por Jesus não soou bem aos ouvidos dos discípulos. Eles tinham mais dificuldades sobre o tema do perdão, do que imaginamos. Todos nós precisamos aprender sobre amor, para poder perdoar; ou aprender a perdoar, para poder amar. Pedro de forma impetuosa faz a pergunta que todos queriam fazer, mas que ninguém teve coragem, e disse: “Senhor até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?”. Jesus sabendo da carência de perdão na vida de seus discípulos desafia-os assim: “Não te digo que até sete, mas, até setenta vezes sete”.
Pedro pergunta sobre um absurdo que é uma pessoa pedir perdão por sete vezes no mesmo dia, na mesma semana, ou em um ano. Sete indica a perfeição. Pedro indicou sete vezes “testando” o limite do perdão. Nessa lógica o perdão só poderia ser “usado” por sete vezes. Como Pedro perguntou sobre um absurdo, Jesus aponta outro absurdo como resposta. Para corações duro como o de Pedro, perdoar sete vezes é muito. Quando Pedro pensou que já havia percorrido muito na trilha do perdão, Jesus estimula-o dizendo que essa trilha é infinita. A resposta de Jesus não é para liberarmos perdão apenas sete vezes no mesmo dia (e/ou na mesma semana), mas para perdoarmos deliberadamente. O perdão de Deus é ilimitado, assim como deve ser o nosso perdão: sem limites. É um absurdo ter que perdoar a mesma pessoa, por mais de quatrocentas vezes, mas se for necessário, o perdão há de ser manifestado.
Nessa semana perdoe as suas próprias falhas, perdoe as pessoas ao seu redor, para que você possa desfrutar do perdão de Deus. 7x 70 = 490. Essa é a matemática do perdão. Não se assuste. Deus nos perdoou muito mais do que quatrocentas e noventa vezes. O próprio Jesus disse: “... se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas” (Marcos 11:26). Quem não perdoa não pode cobrar perdão das pessoas e nem de Deus. A matemática do cristianismo é fantástica. A matemática do cristianismo é desafiadora. Precisamos subtrair os nossos erros, adicionar amor a nossa conduta diária, dividir a alegrai e multiplicar o perdão. Viva a matemática do perdão. Perdoar é amar. Boa semana de perdão para todos nós.
“Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas, até setenta vezes sete” (Mateus 18: 21 e 22).
A matemática nunca me cativou muito. Na realidade até tive problemas com ela. Mas, a matemática é essencial a vida cotidiana. Tive que aprender e aplicar as noções básicas da matemática. Aprendi o básico do básico da matemática. Na realidade não gostei da matemática porque tive uma péssima professora de matemática. Mas, me dediquei a outras matérias. Tenho aprendido muito sobre o amor e perdão. O amor é um sentimento a ser aprimorado a cada dia de nossa existência. Algumas situações da vida exigem um aprimoramento. Ninguém poderia dizer que já é um PhD em amor. O amor sempre nos surpreende. Sempre exige um aprimoramento, uma segunda milha a ser trilhada ou outra face para ser oferecida. O perdão segue o mesmo caminho do amor: o caminho do aprimoramento. O perdão pede sempre uma atualização, uma reavaliação. O amor e o perdão caminham de mãos dadas. Um não sobrevive sem o outro. Não é possível perdoar se não possuir amor, e não é possível amar sem perdoar. As pessoas possuem suas falhas e suas dificuldades, assim como nós também temos as nossas. Somente Deus é perfeito. Ver as falhas alheias é como olhar no espelho e contemplar o seu rosto. Muitos dos erros que vemos nas outras pessoas, nós também os cometemos. Reconhecer as falhas do “outro” é fácil, difícil é olhar para dentro de nós mesmos e constatarmos nossas falhas. Viver sem amar e sem perdoar é viver sem alegria, diria até que é uma sobrevivência e não vida.
Jesus sabedor das dificuldades dos relacionamentos entre seus discípulos, ele fala abertamente nesse texto sobre o perdão e o amor. Se um irmão pecar contra você, vai ter com ele repreenda-o, mas faça isso com amor. Jesus nos ensina que perdão e amor não podem ser desassociados. Se você tem uma pré- disposição para perdoar, mas não sabe como amar, o perdão não é sincero, ou pode gerar um perdão violento. Violento porque gerará cobrança na pessoa que está recebendo o perdão. A proposta de Jesus é sempre a de ganhar o irmão. A disponibilidade de perdão é sempre motivada para a nossa restauração, assim, como a restauração da pessoa que receberá o perdão. O perdão tem a função de unir os laços quebrados, de restaurar a comunhão novamente, de superar as crises do passado, de sarar a ferida que ainda está aberta. O perdão fecha as feridas, mas ás vezes deixa algumas cicatrizes. Jesus caminha um pouco mais no seu discurso e fala sobre a relutância da pessoa a ser restaurada. Se a pessoa não te ouvir, leve as testemunhas, e somente depois diga a igreja. O processo até a falha ser comunicada a igreja é enorme. A distância a ser percorrida é extensa. A pessoa há de ser preservada sempre. Nos lábios de Jesus a pessoa há de ser restaurada e não desprezada.
Depois desse ensinamento precioso sobre perdão, Ele discorre sobre a Sua presença no meio daqueles que se reúnem em seu nome. Se Jesus está no nosso meio, porque não perdoar? Se Ele reflete a imagem do Deus que perdoa porque não perdoamos? A lição sobre perdão, proferida por Jesus não soou bem aos ouvidos dos discípulos. Eles tinham mais dificuldades sobre o tema do perdão, do que imaginamos. Todos nós precisamos aprender sobre amor, para poder perdoar; ou aprender a perdoar, para poder amar. Pedro de forma impetuosa faz a pergunta que todos queriam fazer, mas que ninguém teve coragem, e disse: “Senhor até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?”. Jesus sabendo da carência de perdão na vida de seus discípulos desafia-os assim: “Não te digo que até sete, mas, até setenta vezes sete”.
Pedro pergunta sobre um absurdo que é uma pessoa pedir perdão por sete vezes no mesmo dia, na mesma semana, ou em um ano. Sete indica a perfeição. Pedro indicou sete vezes “testando” o limite do perdão. Nessa lógica o perdão só poderia ser “usado” por sete vezes. Como Pedro perguntou sobre um absurdo, Jesus aponta outro absurdo como resposta. Para corações duro como o de Pedro, perdoar sete vezes é muito. Quando Pedro pensou que já havia percorrido muito na trilha do perdão, Jesus estimula-o dizendo que essa trilha é infinita. A resposta de Jesus não é para liberarmos perdão apenas sete vezes no mesmo dia (e/ou na mesma semana), mas para perdoarmos deliberadamente. O perdão de Deus é ilimitado, assim como deve ser o nosso perdão: sem limites. É um absurdo ter que perdoar a mesma pessoa, por mais de quatrocentas vezes, mas se for necessário, o perdão há de ser manifestado.
Nessa semana perdoe as suas próprias falhas, perdoe as pessoas ao seu redor, para que você possa desfrutar do perdão de Deus. 7x 70 = 490. Essa é a matemática do perdão. Não se assuste. Deus nos perdoou muito mais do que quatrocentas e noventa vezes. O próprio Jesus disse: “... se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas” (Marcos 11:26). Quem não perdoa não pode cobrar perdão das pessoas e nem de Deus. A matemática do cristianismo é fantástica. A matemática do cristianismo é desafiadora. Precisamos subtrair os nossos erros, adicionar amor a nossa conduta diária, dividir a alegrai e multiplicar o perdão. Viva a matemática do perdão. Perdoar é amar. Boa semana de perdão para todos nós.
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